DOENÇA NÃO EXISTE por Carlos Lyrio

From: http://www.ircn.org.br/blog.aspx?id=20150914152907943

Doença Não existe

Carlos Lyrio

Médico Naturopata

Professor do Curso de Pós-Graduação em Naturopatia-PICS das Faculdades Integradas Espírita/Instituto Roberto Costa-RJ

“Desmonte um Carro, coloque todas as peças num campo de futebol. Depois monte novamente. Acione os motores e o carro funciona. Desmonte um cachorro vivo, coloque todas as partes e subpartes do seu corpo numa mesa e depois monte novamente. O cachorro não mais existe.”

É chegada a hora de saber se estamos doentes. Vamos fazer os exames para nos certificar. Somos orientados a procurar todos os dias por sinais de doença em nosso corpo. Muitas vezes isso não é suficiente e precisamos buscar pela doença através de máquinas cada vez mais sofisticadas. E se eu estiver doente? Prefiro descobrir logo!

Esse raciocínio é válido para uma medicina que tem como paradigma científico a ideia de que a mente é produto do corpo, ou seja, o que pensamos é fruto de uma reação química. Nesse paradigma também se compreende a doença como algo que se formou biologicamente e que deve ser extirpado do CORPO. Chamamos esse paradigma de Corpo-Mente.

Esse raciocínio fez com que a medicina caminhasse no sentido de entender que o corpo humano é uma máquina, e que suas peças quebradas devem ser substituídas (cirurgias) ou lubrificadas (medicamentos) e que uma manutenção periódica é necessária para o bom funcionamento (exames). Essa medicina tem grande utilidade nas situações agudas onde o corpo é vítima de um artificialismo mecânico físico ou químico.

Essa lógica seria válida se o cachorro sobrevivesse ao seu desmonte. Exatamente o que faz a ligação das partes do cachorro e que não é necessário na máquina, ou seja, algo invisível, mas totalmente necessário à vida, e que não é químico, é que faz toda a diferença quando falamos de seres humanos, saúde e doença.

A ciência é como um grande trem. Muitos vagões. A locomotiva que puxa o trem é a Física e o último vagão é a Medicina. Entre a locomotiva e o vagão existem 100 anos de diferença, ou seja, quando a Física está no início do Séc. XXI a Medicina está no início do Sec XX. A Física já reconhece que o que chamamos de realidade é produto da mente. Ou seja, o substrato da existência não é a matéria, como se pensava nos séculos XIX e início do Séc. XX, e sim a Mente.

Trocando em miúdos isso significa dizer que o corpo é produto da mente. Somos o que acreditamos ser. A doença só existe se acreditarmos nela. Quando entramos numa máquina para descobrirmos se estamos doentes, nossa mente, cheia de medo naquele momento, vai plasmar a doença que tememos. A máquina vai tirar uma fotografia daquele momento de muito medo e vai visualizar a doença plasmada, coagulada. Quando saímos da máquina a doença, o coágulo, se desfaz, mas quando vamos “buscar o resultado” lá está ele. Uma fotografia de um momento de medo, mas que não seria mais real. Passa a ser real novamente pois passamos a acreditar que estamos doentes.

O Universo não é doente. Basta olhar para o Céu. Pertencemos ao Universo e não somos doentes. A doença é uma distorção da mente assim como a sombra é uma distorção da Luz. Não podemos acreditar que somos a sombra. Somos a Luz. A Medicina do Sec. XX está tratando da sombra.

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