NOSODIOTERAPIA

Candidíase

NOSÓDIOS VIBRACIONAIS

Tratamento para Candidíase:

Clinicamente, a candidíase pode ocorrer na pele, mucosas, e orgãos viscerais, como no aparelho digestivo. O microrganismo cresce melhor em superfícies quentes e úmidas, causando freqüentemente vaginite, dermatite das fraldas e candidíase oral. Formas mais severas são menos comuns, mas podem acontecer como no caso de candidíase vaginal crônica. 

A Candida Vulvovaginal é um dos diagnósticos mais freqüentes na prática diária em ginecologia e sua incidência tem aumentado drasticamente, tornando-a a segunda infecção genital mais freqüente nos Estados Unidos e no Brasil.

Essa infecção caracteriza-se por coceira, ardor, dispareunia (dor no contato íntimo) e pela eliminação de um corrimento vaginal em grumos, semelhante à nata de leite. Com freqüência, a vulva e a vagina encontram-se edemasiadas (inchadas) e hiperemiadas (avermelhadas), algumas vezes acompanhadas de ardor ao urinar e sensação de queimadura. O corrimento, que geralmente é branco e espesso, é inodoro e, quando depositado nas vestes a seco, tem aspecto farináceo. Em casos típicos, nas paredes vaginais e no colo uterino aparecem pequenos pontos branco-amarelados. Os sintomas se intensificam no período pré-menstrual, quando a acidez vaginal aumenta.

O tratamento com Nosódios pode ser utilizado em qualquer tipo de candidíase. Na candidíse vaginal, o nosódio vibracional procura reestabelecer a flora vaginal saudável. Em casos crônicos os nosódios vibracionais atuam sensibilizando o organismo, aumentando a capacidade imunológica.

 

Para maiores informações entre em contato.

 

CAIRO, Nilo. Guia de medicina homeopática. 21. ed. São Paulo: Livraria Teixeira/Martins Fontes, 1987.

LYRIO, Carlos. Nosódios bioterápicos: Repertório. Rio de Janeiro: C. Lyrio, 2002. 71p.

SCHMUKLER, Alan V. Homeopathy: an A to Z home handbook. Llewellyn Worldwide, 2006. 351 p.

TETAU, J.; TETAU, M. Homeopatia e estruturas bioterápicas. São Paulo: Andrei editora, 1980. 176p.

ALVARES, C. A., et al. Candidíase vulvovaginal: fatores predisponentes do hospedeiro e virulência das leveduras.  J Bras Patol Med Lab, v. 43, n. 5, 319-327 p. In: http://www.scielo.br/pdf/jbpml/v43n5/a04v43n5.pdf., 2007

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